...foi então que lá pelo terceiro macieira, tive um estalo e comecei a lembrar dos diferentes lugares que morei: Jataí-Go (onde nasci), Rio Verde-GO, Goiânia-GO, Arujá-SP, Ferraz-SP, São Paulo; São Miguel, Penha, Tatuapé, Vila Diva, CECAP (Guarulhos-SP), Vila Mariana, Santana, Centro (copan), Vila Diva, Santana, Bela Vista, Vila mariana, Centro (baixo augusta), Paraíso, Centro (Copan novamente), Higienópolis, (Belo Horizonte-MG), São Paulo novamente; Pinheiros, Vila Madalena, Imirim, Aclimação, Santa Efigênia, Aclimação novamente, Richmond-CA (USA), Novato-CA (USA), San Rafael CA (USA), San Francisco CA (USA), Santa Efigênia (Luz), Saúde, Centro (prox Pça Roosevelt), Santa Cecília, Barra Funda, Mirandópolis e República.
quarta-feira, 2 de setembro de 2020
quinta-feira, 27 de agosto de 2020
30 anos sem Stevie Ray Vaughan
Hoje faz 30 anos da morte trágica de um dos maiores guitarristas que o blues e o rock já conheceu, Stevie Ray Vaughan. Eu me lembro até hoje a primeira vez que ouvi. Foi nos anos 80 eu estava em Belo Horizonte a trabalho num hotel e um amigo me apresentou Double Trouble - Texas Flood e eu fiquei bestificado e com vergonha de ainda não conhecer... No fim de semana seguinte já comprei tudo que encontrei... São os vinis que mais tenho zelo até hoje. Acho que todo mundo que não é surdo deve se emocionar com aquela pegada matadora e pela mistura de blues com rock... senão eu já fico desconfiado da pessoa rs... e já não convido mais pra ir em casa rs,rs... Parece que foi ontem que ele se foi, mas já se vão 30 anos que o helicóptero em que estava se acidentou levando precocemente um dos mais geniais e criativos guitarristas de todos os tempos.
quinta-feira, 13 de agosto de 2020
Vitrola
Depois de muitos, muitos anos sem bolir com os vinis resolvi reformar uma das pick-ups, mas não gostei muito do som inicialmente e também senti uma preguiça danada de tirar os discos da capa, limpar e ouvir duas faixas e depois guardar e pegar outro... Também fiquei meio nostálgico e emocionado porque parecia um rewind no tempo o que é sempre dolorido... Até quase vi o Júlio Rivera em carne e osso quando peguei um álbum do Santana e vi rabiscos no encarte e número de telefone..., quase me teletransportei para as tardes do Copan e da Rua Sergipe nos anos 80. Senti um sacudir nas gavetas da memória enquanto lembrava da espera na porta do Mappin, museu do disco ou da musical discos pra comprar os lançamentos...
Já fazia uns 3 meses desde o conserto da pick-up e depois do teste, que nunca mais tinha usado por preguiça e então a Bruna pareceu em casa ontem e ela que parece ter nascido nos anos 60 -apesar dos seus 17 anos-, ficou toda eufórica com a novidade e já começou a tocar todos que pôde e foi bem bacana aquele momento de animação.
Penso que o certo seria eu desapegar e doar todos (mais de 200 vinís de uma vida inteira) pra ela que tanto gosta, mas ainda estou com grande apego pois fazem parte dos meus bens posicionais e a minha história de vida, porém acho que não vou mais conseguir fazer o caminho de volta do youtube para as prateleiras de vinis.
Acho que vou ligar para o meu analista.
quarta-feira, 12 de agosto de 2020
Os iluminados e Torquemadas da era digital
domingo, 2 de agosto de 2020
A Vacina da Rússia
quinta-feira, 11 de junho de 2020
O Novo Normal
domingo, 24 de maio de 2020
A carta da esposa de Aldous Huxley após injetar LSD no marido em seu leito de morte
Não resisti e copiei/colei da Hypeness
O escritor inglês Aldous Huxley não foi somente um desbravador da literatura, mas também da consciência humana. Autor de clássicos imortais como Admiravel Mundo Novo e As Portas da Percepção, Huxley explorou o uso de alucinógenos como a mescalina, o LSD e outros psicodélicos a fim de expandir a consciência e descobrir, através da abertura justo das portas da percepção, novos horizontes do pensamento humano. A experiência com drogas psicodélicas foi tão importante para Huxley, que o autor planejou deixar a vida em uma viagem de LSD – e, com a ajuda de sua mulher, assim o fez.

Laura e Aldous Huxley
Aldou Huxley morreu em novembro de 1963 – curiosamente no mesmo dia em que o presidente dos EUA John Kennedy foi assassinado – depois de três anos de luta contra um câncer e, após o diagnóstico derradeiro de um médico, horas antes de sua morte, conforme seu pedido, sua mulher, Laura, lhe injetou diversas doses de LSD. Em uma impressionante carta endereçada ao irmão de Huxley, Laura conta em detalhes como se deu a morte de um dos grandes autores do século XX, sob o efeito do ácido.

O jovem Huxley
“Eu fui avisada de que pela manhã ele poderia ter convulsões perturbadoras, próximo ao fim, ou algum tipo de contração pulmonar, com ruídos. As pessoas tentaram me preparar para reações físicas horríveis que ocorreriam. Nada disso aconteceu, na realidade o cessar da respiração não foi em nada dramático, pois aconteceu tão lentamente, tão gentilmente, como uma peça musical simplesmente encerrando em um sempre piu piano dolcement”, ela escreveu. “As cinco pessoas presentes na sala disseram que foi a mais serena e bonita morte. Ambos os médicos e a enfermeira disseram jamais ter visto alguém em tais condições físicas ir embora tão completamente sem dor ou sofrimento”, escreveu Laura Huxley.
Mais adiante, na carta, ela descreve o último momento em que Aldous reagiu às suas palavras, no qual ela passou a incentiva-lo que deixasse a vida com calma e sem dor. “‘Vá, vá, deixe ir, querido; pra frente e adiante. Vá na direção da luz. Por vontade própria e consciente você está indo, e está indo de forma linda. Está fazendo isso com tanta beleza – indo na direção de um amor maior. É tão gracioso e lindo. Leve e livre. Você está indo na direção de algo melhor, de um amor maior’, eu disse a ele, bem perto de seu ouvido. Então perguntei se ele estava me ouvindo, e ele apertou a minha mão. Algum tempo depois ele me pediu que não mais fizesse perguntas, que estava tudo bem”.

Por fim, ela comenta sobre a sensação que pairou sobre todos, de que havia sido uma morte especialmente tranquila e bonita. “Nunca saberemos se tudo isso foi uma autossugestão nossa, ou se foi real, mas certamente todos os sinais e nossos sentimentos internos deram a indicação de que foi lindo, pacífico e leve”.

Aldous Huxley morreu aos 69 anos em sua casa, em Los Angeles, da forma que quis – o que parece ser realmente uma saída bonita para a própria vida. A carta na integra, em inglês, está nesse link – e pode ser ouvida, também em inglês, no vídeo abaixo, lida pela própria Laura.
terça-feira, 19 de maio de 2020
a desumanidade da ganância sem limites
quinta-feira, 14 de maio de 2020
Como em 1964 !?
A história se repetindo...
Novamente, empresários, banqueiros com apoio dos idiotas/perversos e militares de pijama, pressionaram o presidente da câmara e do senado nos bastidores a contemporizarem com a política de extermínio social via peste e/ou privação em curso, comandada por Guedes que em tese perpetuaria os lucros dessa galera altruísta, ainda que milhares pereçam.
A ideia central é romper a política de isolamento social e fazer a economia andar que na visão desse pessoal é o que importa e é o que garantiria a continuidade deles no poder, do contrário viria o caos... bla,bla,bla...
Segundo essa turma, se deixarem o Guedes trabalhar o Brasil seria o único país do globo que driblaria a recessão mundial que se avizinha (provavelmente por ação divina).
Apesar do absurdo plano genocida, vê-se que Maia voltou a namorar o Boçal, Alcolumbre se recolheu, o toma lá dá cá desabrido entrou na ordem do dia, o velho Mourão colocou as asinhas pra fora novamente espalhando o terror em artigo no estadão, parte da mídia fechou com a turma de genocidas e se o ministro da saúde não colaborar, a ideia é forçar a demissão e colocar mais um militar na cadeira.
Assim estaria pavimentado de vez o caminho da pizza-autocrata metade verde oliva e metade civil miliciana narco-evangélica, para manter as aparências de democracia. Tudo isso claro, com o apoio incondicional de 30% de insanos irrecuperáveis que querem ver o país livre do cumunismo (sic). Resta saber o que farão os governadores não alinhados e o que pensam os demais 70% da população.
sexta-feira, 3 de abril de 2020
Divagações em tempos de covid 19
Nestes dias é quase impossível não lembrar do filme "O sacrifício" de Tarkovsky com aquele clima apreensivo de merda, espera, medo, fatalismo, impotência e raiva sobretudo.
Bem, acho que está na hora de dar uma atenção para o zé, que não para de miar, abrir um vinho e ler alguma coisa leve como "Variações sobre a vida e a morte" (Rubem Alves) para acalmar o espírito, ao som de Layle Mays, Toninho Horta... e esperar que essa peste não me leve e nem leve ninguém querido ou distante o que parece difícil, dada às circunstâncias locais Boçalnáricas e mundiais que nos legaram essa praga anunciada e prevista pelos microbiologistas que nunca foram ouvidos pelo Capital.










